Sombras persecutórias das portas
Em uma casa antiga, banhada em areia
Onde fogos são ateados por mãos vendadas
E olhares desfalecidos, relembram
Um revirar de bocas
E um foco, nesta madrugada.
"Eco... Em todo o lado o eco do que foi está sempre presente. Sombras invisiveis de objectos e pessoas. Vozes silênciosas. O turbilhões na calma do ar. Tudo, presente, mas esquecido, Criando flutuações em nós. Contando-nos histórias que não compreendemos. O eco do que foi, e não voltará a ser, O eco de histórias perdidas no tempo, O eco cria um vácuo desconfortável. Como a comichão por baixo da pele, Presente mas inatingivel."
Só uma pergunta... Porquê 13?
Espero pela próximo comboio que me leva aos locais na tua mente ;-)
"Eco... Em todo o lado o eco do que foi está sempre presente.
ResponderEliminarSombras invisiveis de objectos e pessoas.
Vozes silênciosas.
O turbilhões na calma do ar.
Tudo, presente, mas esquecido,
Criando flutuações em nós.
Contando-nos histórias que não compreendemos.
O eco do que foi, e não voltará a ser,
O eco de histórias perdidas no tempo,
O eco cria um vácuo desconfortável.
Como a comichão por baixo da pele,
Presente mas inatingivel."
Só uma pergunta... Porquê 13?
Espero pela próximo comboio que me leva aos locais na tua mente ;-)
Porque 13 é o meu número hmmm kármico. Obrigada pela leitura :) **
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