quinta-feira, 9 de junho de 2016
Abril
Sorrisos carismáticos
da nostalgia de nos sermos,
sem nos perdermos
Servimo-nos a fugir
e na fuga o encontro
Albergo-me no silêncio do espanto
No teu rosto transformado
e na força dos nossos Deuses
Voa, sob o mar que bebemos
e na mãe que acolhemos
Voa, com o teu semblante iluminado
e a certeza de estar tão perto
Não acredites na existência dos dias
pois vivemos no fim do tempo
com o teu peito no meu profundamente inspirado
o teu peito no meu para sempre trespassado
Com o teu ténue peito no meu
completamente misturado.
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Existir é algo; isso esmaga todas as razões.
ResponderEliminarNenhuma razão pode conceder a existência, nenhuma existência pode dar as suas razões.
Assim como a nostalgia é a nevralgia das recordações.