sexta-feira, 24 de junho de 2016


Anseio a música esgotada de mim
A vibrar-me nas pálpebras apagadas de pensamentos
Inundando a minha boca de saliva fresca
De tormentos frenéticos
Adorados, puros e quentes
Desbravo o fim das portas
Para me abandonar à noite
A brisa delicada conta-me segredos do Amanhecer
Existirá ainda o tempo que se segue à loucura, ou ficará o nosso peito aberto, paralisado e revirado ao Céu eterno?




1 comentário:

  1. É a natureza do escorpião.
    E do seu veneno, que corre nas tuas veias.
    A natureza de Serket.

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