O sono envenenado de clarões
num corpo entregue mas esquecido
prolonga a embriaguez de se sonhar.
Não contaminarei a minha presença
com o meu movimento
tudo é demasiado eterno
para ser perseguido
e raras são as vezes em que me deixo ao relento
Nos meus membros congelados
Um relâmpago salpicou o céu ao cair na noite.
Um texto muito interessante.
ResponderEliminarE embora eu tenha a minha interpretação dele, eu gostaria de tentar algo novo, para variar.
Quando ou se quiseres, eu ficaria agradecido se me pudesses, dar a tua interpretação.
Não aqui. Através do face.
Obrigado ;-)
-RS-