terça-feira, 26 de maio de 2015







Já te contei das cascatas
que remavam em teu nome
em que mesmo o dia sendo noite
me ultrapassavam em memória?

E sobre o calor da coragem
já te contaram como ela se antecipa
mesmo sem o sentido do encontro?



2 comentários:

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  2. Quando nos movemos, vestimos disfarces
    Caminhando nas sombras, onde nos esperam
    As vozes da ilusão, e o riso da mentira.
    Um olhar para um mar de máscaras

    Olhos que o sol não queima
    Bater de um coração estranho
    Lábios de onde não sai nenhum som
    Vindo de lugar nenhum
    Sem identidade
    Sem rumo
    Nascido com uma arma na mão
    Sem receio de nada nem ninguém
    Não é a mesma pessoa de ontem
    Nem será a mesma pessoa amanhã

    O vento corta a pele, e queima os olhos
    Enquanto a tempestade grita nos ouvidos
    O problema da verdade é que não pode mentir
    O problema do errado é que nunca é correto
    O problema da guerra é que não faz paz
    O problema do amor, é que é sempre cego

    Todas as paredes caem
    E por elas o rio flui, com o som de mil trovões
    E o caminho para Casa um sonho distante

    Não sei o que sei
    Ou porque percorro estas ruas negras
    Onde vejo ouro reflectido nelas
    Devo respeitá-la ou infectá-la?

    -RS-

    Não ligues, estou apenas de passagem :-)

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