Quando nos movemos, vestimos disfarces Caminhando nas sombras, onde nos esperam As vozes da ilusão, e o riso da mentira. Um olhar para um mar de máscaras
Olhos que o sol não queima Bater de um coração estranho Lábios de onde não sai nenhum som Vindo de lugar nenhum Sem identidade Sem rumo Nascido com uma arma na mão Sem receio de nada nem ninguém Não é a mesma pessoa de ontem Nem será a mesma pessoa amanhã
O vento corta a pele, e queima os olhos Enquanto a tempestade grita nos ouvidos O problema da verdade é que não pode mentir O problema do errado é que nunca é correto O problema da guerra é que não faz paz O problema do amor, é que é sempre cego
Todas as paredes caem E por elas o rio flui, com o som de mil trovões E o caminho para Casa um sonho distante
Não sei o que sei Ou porque percorro estas ruas negras Onde vejo ouro reflectido nelas Devo respeitá-la ou infectá-la?
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ResponderEliminarQuando nos movemos, vestimos disfarces
ResponderEliminarCaminhando nas sombras, onde nos esperam
As vozes da ilusão, e o riso da mentira.
Um olhar para um mar de máscaras
Olhos que o sol não queima
Bater de um coração estranho
Lábios de onde não sai nenhum som
Vindo de lugar nenhum
Sem identidade
Sem rumo
Nascido com uma arma na mão
Sem receio de nada nem ninguém
Não é a mesma pessoa de ontem
Nem será a mesma pessoa amanhã
O vento corta a pele, e queima os olhos
Enquanto a tempestade grita nos ouvidos
O problema da verdade é que não pode mentir
O problema do errado é que nunca é correto
O problema da guerra é que não faz paz
O problema do amor, é que é sempre cego
Todas as paredes caem
E por elas o rio flui, com o som de mil trovões
E o caminho para Casa um sonho distante
Não sei o que sei
Ou porque percorro estas ruas negras
Onde vejo ouro reflectido nelas
Devo respeitá-la ou infectá-la?
-RS-
Não ligues, estou apenas de passagem :-)