Estar em contacto,
com uma força subtil apontada aos céus
Vejo-te asas acarinhadas pelo vento,
num rio que se cruza
No outro dia, os olhos enrugados pelo cansaço fixavam, vítreos
o fundo do barco,
e todas as penas se desidratavam.
O bosque espreguiçava-se sobre o rio,
e quando anoiteceu o barco foi deixado à deriva.
Por entre as árvores, nua, roçando-se na terra
estava a razão da vida,
frémitos êxtases que não têm pertencer ou entender,
que não sabem conhecer ou justificar.
Olhos dentro da escuridão,
escuridão dentro dos olhos,
Se os fecharmos haveremos
de nos tornar.

"O fim é onde começamos
ResponderEliminarOnde corações partidos curam
E o movimento recomeça
Sou um monstro por ser incompreendido
Traidor, por trair a mim mesmo
Um perdedor, só porque me perdi a mim mesmo
Um estranho que não pertence a este mundo
Tenho um nome, mas fui alterado
Quebrado, apunhalado,
Assassinado e ressuscitado
Ao longe, ouço a tempestade
Ela procura por mim
Na noite, nos meus sonhos
Como uma presença
Que deseja abalar os pilares da minha alma
Reforçando as minhas convicções
Que desejo viver como se estivesse a morrer
E assim a guerra continua
Inalterada
Pura
Destrutiva
Criativa
A guerra da alma"
Olá R. ☺
Estou de volta embora nunca tenha saído.
Texto interessante que escolheste.
Levanta questões e mais questões... mas cada coisa a seu devido tempo.
Como pagamento da minha dívida, deixo-te os meus pensamentos.